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28/09/2013

Maria, Maria nº1

 capa do zine Maria, Maria nº1, da ocupação Zumbi dos Palmares do MTST


08/08/2013

AMOR LIVRE?

*                 *                  *

*                 *                  *

Manifesto pelo amor sem contratos

Nem aberto
nem fechado.
Prefiro amor sem contratos,
cláusulas,
acordos.

O Direito entra
em relação ao corpo e à alma
o meu
o seu
o de todos nós juntos
ou separados
mas inevitavelmente livres.

*                 *                  *



*                 *                  *


A todos os meus amigos machos


quero chegar na sua casa
cumprimentar você e sua companheira
presenteá-los com uma garrafa de cachaça
e dar uma intera pra comprar uma caixa de cerveja
quero contar as novidades e ouvi-las de vocês
e provar a comida que vocês preparam juntos
quero que a conversa rume em divagações tranqüilas, apesar do peso do mundo
depois, já bêbados estaremos os três, então ousarei um beijo na boca de sua companheira
um beijo breve
pois logo beijarei sua boca também
então ficarei de joelhos na cozinha mesmo
e chuparei a buceta dela
depois chuparei seu pau
até vocês dois gozarem
e assim também vou gozar
dormiremos os três abraçados no chão da cozinha
panelas e louças sujas
que eu vou lavar de manhã 



*                 *                  *




*                 *                  *

"Amar é querer a liberdade, a completa independência do outro; o primeiro ato do verdadeiro amor é a emancipação completa do objeto que se ama; não se pode amar verdadeiramente a não ser alguém perfeitamente livre, independente, não só de todos os demais, mas também e, sobretudo, daquele de quem é amado e a quem ama."

*                 *                  *

Profundamente
anticapitalista
renego 
- com todo meu ser -
a monogamia:
esse perverso estado monopolista
das psiconeuroses possessivas
a controlar, intervir e taxar
os corações
a cada
batida...

Abaixo a companhia limitada!

Completamente 
revolucionário,
rompo as barreiras
e abro
meu peito ao arriscado,
- e agora, imenso -
mercado
de ações fluídas,
aventuras efêmeras,
e intensas
transações e investidas

Viva a sociedade anônima e ilimitada!

Agora sim
é que se vive
- profunda e
completamente - 
o amor
delivre.




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CRÉDITOS(clica em cima dos negritos que vai pro texto ou pessoa citada):
- O primeiro quadrinho foi feito pelo Coletivo Miséria na figura de mim, Batata e Flóqui, baseado no Ensaio sobre a revolução sexual, de Daniel Gérin(em julho de 2010);
- AMOR escrevi em 2011 pro zine Fantasia número 1.
- O quadrinho da moça pegadora também, sobre reflexão do Peixe.
- A todos os meus amigos machos publiquei no Vinil número 3, o derradeiro.
- O "Manifesto pelo amor sem contratos" é do Gabriel Barcelos;
- O quadrinho dos machos falando adaptei de um texto chamado Por que é tão difícil praticar o amor livre? (quem me mandou foram a Tessy e a Ana Maria no mesmo dia);
- O trecho entre aspas é um texto do Bakunin;
- O último poema é do Jefferson Vasques.
Este é um zine em construção, se tiver algum complemento ou crítica escreva para zinedojao@gmail.com
(o que tá aqui é arte, que não representa nem um ínfimo de qualquer vivência)

09/07/2013

Ensaio sobre o Kaos

"A esquerda em geral é muito preocupada com onde a coisa vai dar e nessa preocupação se mantem a ordem. Pode existir revolução, sociedade sem classes e sem propriedade privada? Pode ser ou pode não ser(...) Essa é a chave. Tudo pode acontecer."



 "O problema de muitos marxismos é fazer coro e prática com os capitalistas na inevitabilidade de presente e futuro fumacentos ligados a grande indústria, ao progresso e a ilusão de conforto."




"Se nos abrimos para o acaso vai ser acaso. Só o acaso pode mudar. O acaso é o inverso da ordem. A ordem é algo artificial. Alguém inventou (...) Desorganizando pra me organizar, organizando pra desorganizar, como na música do Nação."




 "Ordem e caos são invenções. Caos é o inverso da ordem inventada que aí está."


Presse zine, entraram na minha mente Mazó Zié, Banda Discarga, Gabriel Barcelos, Zuca, meu amigo Bruno, Tira, Tessy, Adriano, FSB, Ana Furlan, pichações de muros que li poraí e mais um punhado de gente...

É um zine em construção. Críticas, inversões de raciocínio, entradas na mente e ofensas são bem vindas e serão publicadas nesse blog e em papel se assim o criticador quiser desde que não haja agressão física.

Escrevam para zinedojao@gmail.com

A trilha sonora você escuta apertando AQUI

06/06/2013

ENSAIO SOBRE A FAMÍLIA

 
 
 
 
 



 
 
"a família, por excelência, é o lugar da perpetuação da tradição. é de pai para filho que são transmitidos os valores mais antigos e mais consolidados. é na família, portanto, que se faz a resistência às propostas mais arriscadas; é na família que se preserva as ideologias e certezas que mantém firmes as estruturas da sociedade. na mesa da sala, o almoço preparado com afeto pela mãe e a palavra preocupada e sábia do pai transformam em ingratidão e semi-loucura o descontentamento do filho em relação ao destino que lhe cabe desde o berço."
Arthur Prado, no Re-escrita de tudo



 
 
 





“Na sua origem, a palavra família não significa o ideal - mistura de sentimentalismo e dissensões domésticas do filisteu de nossa época; - a princípio, entre os romanos, não se aplicava sequer ao par de cônjuges e aos seus filhos, mas somente aos escravos. Famulus quer dizer escravo doméstico e família é o conjunto dos escravos pertencentes a um mesmo homem. (...) A expressão foi inventada pelos romanos para designar um novo organismo social, cujo chefe mantinha sob seu poder a mulher, os filhos e certo número de escravos, com o pátrio poder romano e o direito de vida e morte sobre todos eles.”
Engels, na Origem da Família, do Estado e da Propriedade
 
 
 
 

"Em certo momento, nem parecia que era uma conversa na delegacia, conversávamos sobre meus pontos de vista, ele [o delegado] perguntava, eu respondia, “e o que você acha de Deus?”, “e família?” e demonstrava admiração com as respostas, Deus tá acima do alcance da compreensão humana e as religiões cometem a arrogância de definir o que é e como funciona, pretensão tão vazia que dava margem pra tantas religiões diferentes e tantos conflitos e sofrimentos desnecessários, família era a humanidade inteira, só que ainda não nos havíamos dado conta."
 
 
 
 
"O sujeito pode dizer o que quiser. Mas em primeiro lugar vai agir pensando em sua família. Em qualquer momento de instabilidade a prioridade vão ser seus filhos. Em qualquer momento de acirramento das lutas seus próximos virão em primeiro lugar. Mesmo pra travar uma luta individual, pra realizar um desejo íntimo qualquer: as palavras do pai, da mãe, dos avós e dos filhos vão pesar,  e a aprovação desses será necessária pra esse sujeito(...) Pra acabar com esse sistema de hierarquia, exploração e competição deve-se acabar com a família como ela está organizada hoje"
Mazó Zié no zine Escrivinhando o Anarquizamento
 
 
 
 
Este é um zine que está em construção e será impresso em breve. As imagens são dos zines Incardido e Feio e Fantasia, além da foto do blog Re-escrita de Tudo.Quem ler e tiver mais reflexões e idéias de desenhos escreva para zinedojao@gmail.com
  
Por enquanto estão colaborando Eduardo Marinho, Engels, Mazó Zié, Arthur Prado, Slavo Zizek, Vovô Abraham Simpson e meus irmãos Fael, Biel e Batata.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

06/02/2013

Vinil 3





Lado A

1. (...)

Pessoas idiotizadas pelo álcool riem. A graça da piada envolve alguma desgraça alheia. Essas pessoas são meus amigos e parentes. Eu um dia posso ter me assustado com esse tipo de graça. Hoje eu também rio. De vez em quando até me arrisco a fazer uma piada.

2 (...)

3. (...)


4. (...)



5. Olha que belezinha, Amelinha está virando adulta






7. João Zinclar

Recebi por telefone a triste notícia. Eu tava longe, muito longe. 
Levei 55 horas de ônibus pra me aproximar de meus amigos que eram próximos dele, talvez pra sentir que ele estava vivo naquelas pessoas. Essas pessoas estão em luta. 
A última vez que tinha visto o João foi em Altamira, no Pará. Fomos acompanhar a treta de Belo Monte. Lá vimos um monstro arrebentando com a vida dos índios, dos moradores das palafitas sem saneamento, dos que querem ver o rio Xingu vivo. Um monstro que usa terno e gravata. Um monstro que sorri na televisão e nas capas de revistas.
Sem mais palavras posto abaixo uma ilustração do meu amigo Fabinho quando morreram duas companheiras do MST há alguns anos. Depois o link das belas homenagens de Latuff e do Gabriel ao João.
Tributo do Latuff ao João
Homenagem do Gabriel ao João

Lado B

1. Considerações sobre o refluxo do batata

Todo mundo está feliz aqui na terra
Li antes de ontem o livro Refluxo do Batata Sem Umbigo. Finalmente. Ainda não ganhei o meu - fiz uma troca com ele: o livro por 6 zines desse Cancrópolis - mas li o do Brunão da Flaskô. Eu já tinha indicado o livro no Vinil 1 há alguns meses mesmo sem ler. Eu conhecia quase todas as histórias. Mas li as inéditas que não tavam no blog. Destaco a HQ Crianças. Coisa muito boa. É um livro que vale a pena ser comprado. Escrevam pro Batata no batatasemumbigo@gmail.com que ele manda por correio.

Da manada fétida fuja como a ave estóica
Quando o Batata me disse que ia publicar um livro das histórias mais longas e sem piada eu pensei: "Nossa, o Batata que segue a tradição ególotra dos quadrinhos de Harvey Pikar, Crumb, Angeli e Sibeber, vai publicar um livro só com a histórias em que ele não é o personagem, as pessoas mudam..." Ledo engano. Quando eu vi tava ele na capa do livro! Quando li vi também que ele aparece como personagem implorando por um mecenas que lhe sustente pra poder trabalhar ainda menos e beber mais.

Calúnias do dançarino de boate
O livro tem a cara do Batata. Prefácio do Bira Dantas, cartunista da imprensa sindical campineira que divulgou muito a finada Revista Miséria, posfácio meu e do Flóqui, ex parceiros de confecção de zines. Aliás o Senhor Ricardo Flóqui, o Pacífico, se revelou um belo de um caluniador, contado mentiras a meu respeito, me chamando de ladrão. E ainda me chamou de vagabundo-mor. O Flóqui é assim: primeiro calunia, depois fica elogiando.
 

Olha como eu também sou descolado
Participei do livro do Batata em diversas momentos. Sei que algumas histórias foram frutos de conversas nossas, como a do poema do Alberto Caeiro e a do Mecenas. O primeiro quadrinho do livro foi baseado nesse texto que publiquei no blog da Miséria há alguns anos:


O Coração da mãe aperta

As pessoas ficaram loucas. O trabalho ganhou um valor por ele mesmo. Não importa pra que serve o trabalho, o que ele produz. Bonito é trabalhar. Não importa o que você está fazendo e produzindo. Bonito é fazer, é produzir, é trabalhar.


Tá fazendo pesquisa de opinião que só vai servir pra quem tá no poder continuar no poder, Com licença, senhora, Pois não, Quer me responder algumas perguntas, só leva 4 minutinhos, Claro. E aí você fica sabendo tudo que ela acha, faz isso com mais duas mil pessoas e planeja sua campanha pra continuar no poder.


To indo trabalhar numa fábrica, Fábrica de que?, Eu produzo o parafusinho da presilha que prende um tranco duma portinhola duma caixa de aço de um aparelhinho que serve para...
Colher sementes?
Fabricar carros?
Torturar animais?
Torturar pessoas?
Não importa.
O David conseguiu um novo trabalho, graças a Deus.


- Mané, hoje o dia foi duro, lavei oito máquinas de roupa, o banheiro, a cozinha, fora a louça...
E Mané fica orgulhoso da esposa.


O dia anterior:
- E aí filho, como foi?
- Nada ainda, mãe...
- Pena...
O coração da mãe aperta. A vontade de chorar é grande.


- Esse mês batemos o recorde de faturamento!! Vamos fazer um churrasco pra comemorar!!!
- O Seu Carlos é gente fina...
- É chefe mas é legal...


O dia seguinte:
- E aí filho, como foi?
- Consegui, mãe...
- É mesmo??!!!
- Mesmo...
- Que bom!!!
Se abraçam. O coração da mãe aliviado. Agora o filho está empregado.

*          *          *

Também fiz o roteiro da HQ "(Sem Título)" que reproduzo abaixo seguida do roteiro (reparem como qualquer pessoa pode fazer um roteiro... é bom sempre desconfiar de cursos para roteiristas)






O Batata me escreveu pedindo um roteiro. Eu tava com a idéia acima na cabeça e escrevi pra ele o seguinte e-mail.

Batata, segue o roteiro, é um quadrinho mudo(sem balaõzinho algum), cada número é um quadrinho:

Todos os personagem tem cara de bunda e trajam roupa de executivo, menos a esposa.

1.um homem magro com cara de bunda (sim, a cara dele é uma nádega) de terno e gravata e pasta de executivo na mão caminha na rua da cidade grande

2. entra num prédio chique de escritórios

3. comprimenta mulheres e homens com cara de bunda vestidos de executivos no térreo

4. aperta o elevador

5. no elevador mais caras de bunda com ele

6. entra no escritório

7. senta na mesa

8. um homem gordinho com cara de bunda se aproxima dele com um pepino na mão

9. enfia o pepino na boca/cu dele

10. ele senta e continua a escrever no laptop

11. vem outro gordinho de terno de enfia um pepino maior ainda pela boca/cu dele (é bom ser um quadrinho colorido pra dar pra identificar o pepino)

12. o pepino tá difícil de enfiar, ele chama outro gordinho eles apertam com força

13. o cara sua na mesa enquanto trabalha

14. agora se aproxima um gordão - é o chefe, mas não precisa identificar, seria massa não ter nada escrito - com um abacaxi na mão

15. o gordão chefe tá enfiando o abacaxi na boca/cu do nosso herói, mas essa cena você não precisa desenhar, desenha as outras pessoas perto e jorrando sangue na cara delas

16. foca só no gordão chamando mais gente

17. mais pessoas segurando a coroa do abacaxi pra tentar enfiar (não precisa mostrar a cara/bunda do nosso herói, só os caras enfiando)

18. agora sim focaliza no nosso herói(pode ser um quadrinho grande esse): ele tá suando, sua cara/bunda é merda, sangue e suor

19. cena dele caminhando na rua: ele está destruído, cabisbaixo, indo pra casa

20. chega em casa

21. dá um beijo(???, rsrsrs) na mulher, que támbém está com cara que é suor, sangue e merda

22. vai ao banheiro

23. cena final. quadrinho grande. sua bunda é um rosto... ele tá meio arriado, o rosto vomita um vomito bem escroto

Gostou?  Eu tentei desenhar mas acho que no seu traço vai ficar massa.

Depois manda pro Marcatti. Fala que fiz o roteiro inspirado nas coisas dele.

Abração, maninho 


2. Primeira Marcha dos Vadios

Foi realizada nacionalmente em diversas cidades do país a Primeira Marcha dos Vadios, no último dia 27 de janeiro. Conclamada pelo cartunista Batata Sem Umbigo, teve aderência de diversos vagabundos dessa nação varonil.
Como vemos na foto acima, a marcha, convocada pelo trombonista João da Silva, teve imenso sucesso nas ruas de Fortaleza.

 Em Sumaré não foi diferente. O cantor Fernandão 16 Toneladas conseguiu fazer da marcha um orgulho pra todos os vagabundos injustiçados desses país.

 Ricardo Flóqui também fez sua parte. A marcha foi um sucesso nas ruas de Campinas. O sinal está aberto para nós, que somos vadios!!!

Em Guaxupé a marcha também foi uma beleza. Doutora Marta Varibe conseguiu unir a nata da vadiagem mineira. Ê Minas Gerais!!! Orgulho dos encostados, dependentes e prostados!!!


Zuca também fez sua parte. Ribeirão Preto representou nessa marcha, certo?


E por aí vai...

3. Um poema


hoje quis tomar cerveja 

no vale do anhagabaú

só tavam vendendo conhaque

no vale do anhabagaú

tomei umas cinco doses

no vale do aganhabaú

até acabar o estoque

do vendedor de rua que era lá de ermelino matarazo



depois fui atrás dum béqui

no vale do abaganhaú

só achei um pó bem caro

no vale do agabanhaú

cherei umas três carreira

no vale do abanhagaú

até que saí correndo

e fui parar lá num puteiro barato na rua augusta



sem grana cabei voltando

pro vale do nhaga-abaú

tomei um litro de pinga

no vale do ba-anhagaú

me deu um sono da porra

no vale do gabanha-aú

e fui dormir na sargeta

numa rua escura e fria que eu não lembro o nome


 4. Capas excluídas pelo comitê central autoritário e sem coração

Capas que fiz e gostei pra Miséria 5 ou 6 que foram recusadas pelo finado comitê central da Revista.


 5. A todos os meus amigos machos

quero chegar na sua casa
cumprimentar você e sua companheira
presenteá-los com uma garrafa de cachaça
e dar uma intera pra comprar uma caixa de cerveja
quero contar as novidades e ouvi-las de vocês
e provar a comida que vocês preparam juntos
quero que a conversa rume em divagações tranqüilas, apesar do peso do mundo
depois, já bêbados estaremos os três, então ousarei um beijo na boca de sua companheira
um beijo breve
pois logo beijarei sua boca também
então ficarei de joelhos na cozinha mesmo
e chuparei a buceta dela
depois chuparei seu pau
até vocês dois gozarem
e assim também vou gozar
dormiremos os três abraçados no chão da cozinha
panelas e louças sujas
que eu vou lavar de manhã 

6. Pastor Dantas no Jornal do Porão

O Vinil 2 foi muito elogiado pelos leitores. Publico abaixo o texto do meu amigo Mário Bigode, editor do Jornal do Porão.
 "Este personagem já é o da minha preferência. Não há vida sem perversão. Jamais um touro beijou a teta da vaca. Nem a vaca e o touro ficaram apaixonados. E o proletariado quer foder. Nem só de pão vive o homem. E a obra de arte, qualquer delas, é uma forma de sublimação dos instintos. As religiões também. Sem remorso, sem culpa, nem mesmo haveria cultura. O Pastor Dantas é um de nós. Que ela seja velho, gordo e careca também faz dele um dos nossos. Enganar, perverter, mentir é matéria da obra de arte."

*          *           * 
escreva críticas, elogios, xingamentos, propostas de casamento, convite pra beber cachaça e etc para zinedojao@gmail.com
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ELA SÓ QUERIA PASTAR.
PASTAR E CRIAR SEUS BEZERRINHOS... 
MAS A INDÚSTRIA DA CARNE É CRUEL COM QUEM NASCEU PARA MUGIR.
TIRARAM SEUS FILHOTES. AGORA ELES SÃO VITELAS E BABY BEEFS SERVIDOS EM RESTAURANTES DE LUXO.

MAS AS COISAS NÃO VÃO FICAR ASSIM.

COMO A LEI DE TALIÃO. SERÁ OLHO POR OLHO, DENTE POR DENTE.
CRIANÇA HUMANA NENHUMA ESCAPARÁ!!!!!!

EM BREVE, EM UM GIBI MAL DIAGRAMADO PERTO DE VOCÊ...